Publicado por: balvesjc | junho 26, 2009

Aqui ou lá?

Com certeza devem haver milhares de posts sendo feitos sobre a morte de Michael Jackson. Nada mais natural, ele realmente se tornou uma lenda em vida. Sua música foi pioneira, assim como a sua dança e toda a sua forma de entreter o público que até hoje é imitada, mas boa parte do fascínio pela figura de Michael era fruto da sua vida extravagante, cheia de mistérios e bizarrices que alimentaram durante anos as capas de tablóides do mundo todo.

Um amigo me ligou ao saber da notícia e comentou:   _ “Quarenta shows marcados, vários planos e a vida é isso. Acaba.”  E realmente acabou, sem aviso, sem nada. Ele não teve tempo nem de fazer o tão falado retorno de sua carreira. Confesso que estou chocado, não sei bem dizer o porquê, eu não era um super fã, apenas apreciava a música e mais especificamente o trabalho antigo dele. Estou com uma sensação estranha, um aperto no coração. Me pego pensando nisso constantemente, mas de uma forma estranha, tentando entender o que se passava na vida dele, dentro do seu coração naqueles momentos finais.

A vida é um sopro, apenas uma fase. Isso é o que marca, isso é que me leva a querer desenvolver a minha salvação com temor e na Luz. Não é medo da morte, é consciência da Eternidade. Uma Eternidade que está acontecendo agora. O jovem rico citado na bíblia era tão ligado as coisas que ele tinha aqui que se entristeceu muito quando tudo lhe foi pedido para que ele tivesse parte na Eternidade com Deus. Michael tinha tudo que se pode querer de material aqui nessa fase, mas e aí? O que ele levou para a próxima? Será que bastou viver aqui?

Iremos para um lugar que não aceita cartões de crédito e nem títulos ganhos com muito estudo e dedicação (ou não, mas essa já é outra estória). Lá quem me justifica, quem eu sou, as escolhas que eu fiz, isso é o que conta. Isso é o que dura para sempre.

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Publicado por: balvesjc | junho 4, 2009

Sou Livre (Som Livre?)

Me sinto muito estimulado ao falar de liberdade, sobre ser livre, sobre as atitudes de alguém que é livre. Sendo que ao fazer uma auto-análise (com a grande ajuda de um grande amigo que sempre me desafia) percebo que meu discurso é muito teórico.  Se falo sobre liberdade e as atitudes de alguém que é livre, não é com referências práticas e, se faço algumas referências, são sempre  extremamente superficiais. Isso me incomoda.

Santo incômodo! Que não passe até que eu cresça, até que eu  seja Livre.

Quem lê e me conhece pode se perguntar: _ “Livre de que? O Bruno é um cara independente, tem um casamento feliz, vive cercado de amigos, é muito engraçado, muito brincalhão. ELE É LIVRE!”

Até certo ponto essa afirmativa é correta. Até certo ponto. 

A Liberdade de que falo aqui nada tem a ver com dinheiro, amigos ou humor.

Falo de ser Livre do conceito que outros tem sobre mim e que deixo moldar quem eu sou.

Falo de ser Livre do medo de perder o controle de tudo que acontece ao meu redor no trabalho (algo que nenhum ser humano, por mais inteligente e eficiente que seja consegue deter).

Falo de ser livre do medo de que não gostem de mim.

Falo de ser livre da ansiedade pelo comer, morar e vestir.

Falo de ser livre dos conceitos da mídia que eu tanto critíco, mas não deixo de lado.

Isso pra mim seria liberdade plena.

Quem esperava um fechamento lindo e poético para esse texto, com um relato recheado de soluções instantâneas, recomendo ir a outro canto da web, certamente algum lugar com mais vaidade. 

Jesus deixa muito claro para mim em Sua Palavra que só através do Seu Amor, da Sua Salvação e da Sua Fé em minha vida posso viver Liberdade Plena (Gálatas 5:16/João 15:5/Romanos 3:24ao26).

Pensar diferente disso é desconsiderar o papel de Deus na minha vida, na minha redenção. Começar essa equação em mim é, mais uma vez, esforço humano  que no fim nada mais é do que uma prisão.

Publicado por: balvesjc | maio 28, 2009

A Inspiração

Da Inspiração para blogar:

Nunca quis entrar na “onda” de blogs, mas ao ler alguns posts interessantes escritos por pessoas que amo, ao longo dos anos, decidi finalmente me render a essa prática tão interessante, que por muitas vezes é capaz de desnudar as profundezas da alma do escritor. A eles meu abraço carinhoso: Priscilla, Thamara, Marco, Ygor e Gabriel.

Da Inspiração para o nome do Blog:

Crombie – Sem vaidade

Ao dia que passa
esperança no amanhã

Aos livros ainda não lidos
desapego às coisas vãs

À falta do céu estrelado
Luzes sobre o mar da cidade

Ao coração apertado
alívio na eternidade

Às lindas cantigas cantadas
ouvidos agradecidos

Ao silêncio que sopra
vento com som de riso

Muitos sonhos a realizar
mas ainda temos pouca idade

Com a terra que sujou a calça
vivemos sem vaidade…

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Meu desejo é que esse Blog seja despretensioso e cotidiano, expressando a Obra que ocorre em mim nesse exato momento até o Grande Dia pelo qual espero.

E você, vem comigo?

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